Muita gente só pensa em elevador depois que a casa está pronta: quando a escada começa a pesar para alguém da família ou quando chega uma fase em que subir degraus não é mais simples. A boa notícia é que uma casa pronta também pode receber elevador. O que muda é que a solução precisa se adaptar ao que já existe.
O que a Blotek analisa
A análise técnica considera a estrutura existente, as condições de acesso e as intervenções necessárias, e confirma a viabilidade da instalação antes de qualquer definição. Na prática, são estes pontos:
Pontos da avaliação
- Espaço disponível para o equipamento e para a circulação em volta
- Altura entre os níveis que o elevador vai ligar
- Acessos para a montagem e fixações possíveis
- Necessidade de rebaixo, rampa ou outra alternativa
- Ponto elétrico e o que a obra precisa preparar
Rebaixo ou rampa
Algumas soluções usam rebaixo no piso; outras podem usar rampa ou uma alternativa técnica equivalente. Em casa pronta, essa definição pesa bastante, porque abrir o piso nem sempre é a opção mais simples. Ela sai no projeto, junto com as orientações para a obra civil e o ponto elétrico.
Qual modelo costuma caber
A meia cabine ocupa menos espaço e resolve desníveis de até 2 m com o percurso aberto. Para ligar dois pavimentos, até 4 m, o percurso precisa ser enclausurado, em alvenaria ou com uma torre de estrutura metálica, que pode ser montada junto à escada ou à fachada. O cabinado é a opção para quem quer a cabine fechada.

O que você pode adiantar
Fotos do local e dos acessos, a altura entre os níveis, as medidas do espaço disponível e a cidade da obra normalmente permitem começar a avaliação antes da visita técnica. Com isso em mãos, a equipe da Blotek já indica os caminhos possíveis para a sua casa.



